A dor econômica impressionante – talvez a pior desde a década de 1930 – da economia americana na época do coronavírus será graficamente sublinhada em duas novas rodadas de dados sobre desemprego que serão entregues na quinta e sexta-feira. Os números mostram os americanos que têm e perderão seus meios de subsistência como vítimas comuns da mais cruel crise de saúde pública em 100 anos, junto com os doentes e as mais de 73.000 pessoas que morreram até agora. A perspectiva de uma queda econômica prolongada terá implicações importantes na política. Já ameaça ameaçar as memórias da economia que o presidente Donald Trump estava apostando para levá-lo a um segundo mandato.  Todos os dias traz sinais de que o que antes pareciam cortes temporários de emprego poderia se transformar em demissões permanentes. A GE, Airbnb e United Airlines esta semana, por exemplo, anunciaram cortes em milhares de posições à medida que os negócios secam. As notícias desencorajadoras sobre a penetração mais ampla do vírus aumentam a possibilidade de novos picos de infecção que podem complicar ainda mais o caminho para uma recuperação completa.

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