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Lanterna do celular e 43°C: como é dar à luz sob Talebã

Rabia está carregando seu bebê recém-nascido, poucos dias após o parto em um pequeno hospital na província de Nangarhar, no leste do Afeganistão. "Este é meu terceiro filho, mas a experiência foi totalmente diferente. Foi horrível", diz ela. Em questão de semanas, a...

O Brasil pode ser um dos países mais afetados por crise na empresa chinesa Evergrande

A incorporadora imobiliária Evergrande, gigante do setor de construção na China, causou pânico em bolsas de valores no mundo inteiro na segunda (20/9) em meio a notícias de que a empresa corria risco de dar calote em parte de sua dívida bilionária, que passa de US$...

A ex-doméstica brasileira que acaba de assumir cargo sênior no governo dos EUA

Uma ex-doméstica brasileira que se tornou líder trabalhista e acadêmica com PhD nos Estados Unidos acaba de assumir um cargo no governo americano de Joe Biden. Natalicia Tracy, que se mudou para os Estados Unidos em 1989, para trabalhar na residência de uma família...

Quantos quilos pode variar em um dia normalmente?

A grande maioria das pessoas já acordou sentindo a sensação que está mais leve ou até chegou a conferir na balança que estava com um número menor do que estava antes de dormir. Essa variação é extremamente normal e que não significa que você emagreceu da noite pro dia...

O avanço da lava do vulcão nas Ilhas Canárias

A lava que jorra de um vulcão na ilha espanhola de La Palma danificou mais de 300 construções, entre elas centenas de moradias, à medida que a rocha derretida se dirige ao mar. Cerca de 6.000 pessoas foram obrigadas a deixar a região das Ilhas Canárias às pressas para...

Por que é possível pegar covid mesmo vacinado, como o ministro Queiroga

O diagnóstico positivo para covid do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante viagem do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e comitiva aos Estados Unidos para a Assembleia Geral da ONU vem dominando o noticiário e reacendeu o debate sobre a eficácia das...

Estados Unidos na frente do Ranking de novos Turistas

RANKING TRVL LAB DE INTENÇÃO DE VIAGENS DESTINOS INTERNACIONAIS ESCOLHIDOS 1 – Estados Unidos: 10,65% 2 – Portugal: 9% 3 – Itália: 6,43% 4 – Europa: 5,54% 5 – Canadá: 3,99% 6 – Orlando (EUA): 3,55% 7 – Argentina: 3,55% 8 – Chile: 3,1% 9 – Walt Disney World (EUA):...

Understanding the privilege of having a “rich” passport

  You might not even understand the privilege of having a “rich” passport. The COVID pandemic has brought stark travel inequalities to light. When the world came to an abrupt halt, most travel plans were flushed down the drain, and much hope was lost while we...

2022 Toyota Tundra TRD Pro vs. the Off-Road Pickup Competition

BY MIKE SUTTON SEP 20, 2021 CHEVROLET, FORD, RAM, TOYOTACAR AND DRIVER The redesigned 2022 Toyota Tundra is here, with the upgraded TRD Pro model serving as the top off-road-oriented version. When it goes on sale the Tundra TRD Pro will compete with other fortified...

2021 Alfa Romeo Giulia Quadrifoglio – Starting at $76,845

Overview Although it shares its underpinnings, styling, and cabin with the regular Giulia sedan, the 2021 Alfa Romeo Giulia Quadrifoglio is a different beast thanks to one critical element: its twin-turbocharged 2.9-liter V-6 engine. This gem of a powerplant cranks...

Com Cristo no oxigênio, Economist diz que Brasil precisa tirar Bolsonaro em 2022 para sair de crises

Um relatório especial da revista britânica The Economist, publicado nesta quinta-feira (03/06), afirma que o Brasil vive hoje “sua maior crise desde o retorno à democracia em 1985” e atribui a maior parte dos problemas ao governo do presidente Jair Bolsonaro.

A capa do relatório — que contém sete reportagens em 11 páginas — traz uma imagem do Cristo Redentor usando uma máscara de oxigênio e a manchete “On the brink” (“Na beira”).

“Seus desafios [do Brasil] são assustadores: estagnação econômica, polarização política, ruína ambiental, regressão social e um pesadelo ambicioso. E teve de suportar um presidente que está minando o próprio governo. Seus comparsas substituíram funcionários de carreira. Seus decretos têm forçado freios e contrapesos em todos os lugares”, diz o texto de abertura do relatório assinado pela correspondente do Economist no Brasil, Sarah Maslin.

No artigo que conclui o relatório — intitulado “Hora de ir embora” — a revista diz que o futuro do Brasil depende das eleições de 2022, e que a prioridade mais urgente do país é se livrar de Bolsonaro.

“Os políticos precisam enfrentar as reformas econômicas atrasadas. Os tribunais devem reprimir a corrupção. E empresários, ONGs e brasileiros comuns devem protestar em favor da Amazônia e da constituição”, diz a revista.

“Será difícil mudar o curso do Brasil enquanto Bolsonaro for presidente. A prioridade mais urgente é votar para retirá-lo do poder.”

A revista não sugere qual candidato seria o mais indicado para governar o Brasil.

“As pesquisas sugerem que Lula ganharia em um segundo turno [contra Bolsonaro]. Mas, à medida que a vacinação e a economia se recuperam, o presidente pode recuperar terreno. Lula deve mostrar como a forma de [Bolsonaro de] lidar com a pandemia custou vidas e meios de subsistência, e

como ele governou para sua família, não pelo Brasil. O ex-presidente deve oferecer soluções, não saudades.”

A revista, fundada em 1843 e lida por muitos empresários e políticos em todo o mundo, costuma fazer relatórios detalhados do Brasil. A imagem do Cristo Redentor costuma ser usada nas capas da revista como analogia para a sua opinião sobre o país.

Em 2009, uma capa mostrava o Cristo Redentor decolando, como se fosse um foguete, com a manchete “O Brasil decola” — elogiando políticas econômicas da época. Mas em 2013, em uma imagem semelhante, o mesmo Cristo Redentor aparecia na capa como um foguete desgovernado e a manchete “O Brasil estragou tudo?”. Naquela edição, a revista criticava uma mudança de rumo nas políticas econômicas.

A publicação afirma que o Brasil já enfrentava uma “década de desastres” antes mesmo da chega do presidente ao poder, mas que agora o país está retrocedendo — com Bolsonaro e com a pandemia de covid-19.

“Antes da pandemia, o Brasil sofria de uma década de problemas políticos e econômicos. Com Bolsonaro como médico, o Brasil agora está em coma.”

A Economist argumenta que Bolsonaro não deu um golpe de Estado — como alguns temiam que pudesse acontecer —, mas possui instintos autoritários que enfraqueceram as instituições democráticas brasileiras, com suas constantes agressões.

“Muitos especialistas disseram que as instituições brasileiras resistiriam a seus instintos autoritários. Até agora, eles provaram estar certos. Embora Bolsonaro diga que seria fácil realizar um golpe, ele não o fez. Mas, em um sentido mais amplo, os especialistas estavam errados. Seus primeiros 29 meses no cargo mostraram que as instituições do Brasil não são tão fortes quanto se pensava e se enfraqueceram sob suas agressões.”

A revista diz que Bolsonaro encerrou a investigação da Lava Jato após acusações feitas contra seus filhos — beneficiando “políticos corruptos e grupos criminosos organizados” —, não promoveu mais reformas significativas desde a reforma da Previdência de 2019 e causou danos à Floresta Amazônica, por se solidarizar com madeireiros, mineiros e fazendeiros que promovem o desmatamento.

“Ele levou uma motosserra para o Ministério do Meio Ambiente, cortando seu orçamento e forçando a saída de pessoal competente. A redução do desmatamento requer um policiamento mais firme e investimento em alternativas econômicas. Nenhum dos dois parece provável.”

Em outra reportagem, a revista afirma que depois de uma “geração de progresso”, a mobilidade social está desacelerando no país. Segundo a revista, anos de políticas voltadas para o controle da inflação e diminuição da pobreza foram seguidos por uma “década de políticas ruins e sorte pior ainda”.

A revista critica as gestões do PT por investirem pouco em infraestrutura, abandonarem reformas pró-negócios e por adotarem políticas semelhante à substituição de importação. Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, também são criticados.

Guedes se gabava de que seriam feitas reformas para simplificar o código tributário, reduzir o setor público e privatizar empresas estatais ineficientes. No entanto, o espírito reformista se mostrou fugaz. Bolsonaro não é muito liberal. Seu desgosto por reformas duras tornou fácil para o Congresso ignorar a agenda de Guedes.”

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