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Anvisa libera, sob condições controladas, parte da importação da Sputnik

Na prática, uma parte do quantitativo de doses da vacina poderá ser importada no primeiro momento para ser utilizada dentro de um estudo de efetividade a ser seguido pelos estados requerentes. vacina Sputnik V poderá ser importada em caráter excepcional para o Brasil,...

Anvisa autoriza importação da Covaxin sob condições controladas

Anvisa autorizou nesta sexta-feira (4/6) a importação excepcional da vacina Covaxin pelo Ministério da Saúde, para fins de distribuição e uso em condições controladas. A autorização definiu a quantidade de 4 milhões de doses, que poderá ser...

Parecer Técnico da Anvisa a Vacina COVAXIN

Gerência Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária Parecer Técnico da Vacina COVAXIN referente a ao pedido de importação temporária e excepcional de 20.000.000 (vinte milhões) de doses. 04/06/2021Produto: Vacina Covaxin (Vírus inativado) Fabricante do Insumo...

Pedido Importação Sputnik neste momento em brasília

O que está em avaliação? Pedido de Autorização Excepcional e Temporária para a Importação e a distribuição da vacina Sputnik V nos termos da Lei 14.124/2021 e da RDC 476/2021. Não está em análise um pedido de Registro da Vacina Não está em análise pedido de...

Horóscopo do dia

ÁRIES (nascimento entre 21/3 a 20/4) Nada de se precipitar na direção de coisa alguma. Ganhe tempo, isso será melhor, porque dessa forma você verá os acontecimentos amadurecerem e suas atitudes se tornarem mais eficientes. Ganhe tempo para ganhar. TOURO (nascimento...

Com Cristo no oxigênio, Economist diz que Brasil precisa tirar Bolsonaro em 2022 para sair de crises

Um relatório especial da revista britânica The Economist, publicado nesta quinta-feira (03/06), afirma que o Brasil vive hoje "sua maior crise desde o retorno à democracia em 1985" e atribui a maior parte dos problemas ao governo do presidente Jair Bolsonaro. A capa...

Exército decide não punir Pazuello por participar de ato com Bolsonaro

O Exército Brasileiro informou nesta quinta-feira (3/6) que decidiu não punir o general e ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pela participação em um evento político com o presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro, no dia 23 de maio. Acerca da participação do...

Ex-atriz mirim posta foto de lingerie e recebe críticas

Ela chegou a excluir o clique, mas publicou novamente após conversar com sua mãe e escreveu: 'Liberdade feminina' A atriz mirim Giovanna Chaves, conhecida por participar de programas e filmes infantis, como Cúmplices de um Resgaste, SBT, e Ídolos Kids, Record TV,...

Presidente Jair Bolsonaro se filiará ao Patriota, anuncia Flávio

O presidente Jair Bolsonaro vai se filiar ao Patriota. A notícia foi dada pelo senador Flávio Bolsonaro, filho do mandatário, durante uma convenção virtual do partido nesta segunda-feira (31/5). Assim como o pai, Flávio também vai se juntar à sigla. Recentemente, o...

PF vê suposta prática de rachadinha por deputada Aline Sleutjes

A Polícia Federal identificou uma suposta prática de rachadinha pela deputada bolsonarista Aline Sleutjes, do PSL do Paraná. A parlamentar recebeu cerca de R$ 150 mil de dois assessores, um ex-funcionário e a irmã de seu chefe de gabinete. Os dados, baseados na quebra...

Com Cristo no oxigênio, Economist diz que Brasil precisa tirar Bolsonaro em 2022 para sair de crises

Um relatório especial da revista britânica The Economist, publicado nesta quinta-feira (03/06), afirma que o Brasil vive hoje “sua maior crise desde o retorno à democracia em 1985” e atribui a maior parte dos problemas ao governo do presidente Jair Bolsonaro.

A capa do relatório — que contém sete reportagens em 11 páginas — traz uma imagem do Cristo Redentor usando uma máscara de oxigênio e a manchete “On the brink” (“Na beira”).

“Seus desafios [do Brasil] são assustadores: estagnação econômica, polarização política, ruína ambiental, regressão social e um pesadelo ambicioso. E teve de suportar um presidente que está minando o próprio governo. Seus comparsas substituíram funcionários de carreira. Seus decretos têm forçado freios e contrapesos em todos os lugares”, diz o texto de abertura do relatório assinado pela correspondente do Economist no Brasil, Sarah Maslin.

No artigo que conclui o relatório — intitulado “Hora de ir embora” — a revista diz que o futuro do Brasil depende das eleições de 2022, e que a prioridade mais urgente do país é se livrar de Bolsonaro.

“Os políticos precisam enfrentar as reformas econômicas atrasadas. Os tribunais devem reprimir a corrupção. E empresários, ONGs e brasileiros comuns devem protestar em favor da Amazônia e da constituição”, diz a revista.

“Será difícil mudar o curso do Brasil enquanto Bolsonaro for presidente. A prioridade mais urgente é votar para retirá-lo do poder.”

A revista não sugere qual candidato seria o mais indicado para governar o Brasil.

“As pesquisas sugerem que Lula ganharia em um segundo turno [contra Bolsonaro]. Mas, à medida que a vacinação e a economia se recuperam, o presidente pode recuperar terreno. Lula deve mostrar como a forma de [Bolsonaro de] lidar com a pandemia custou vidas e meios de subsistência, e

como ele governou para sua família, não pelo Brasil. O ex-presidente deve oferecer soluções, não saudades.”

A revista, fundada em 1843 e lida por muitos empresários e políticos em todo o mundo, costuma fazer relatórios detalhados do Brasil. A imagem do Cristo Redentor costuma ser usada nas capas da revista como analogia para a sua opinião sobre o país.

Em 2009, uma capa mostrava o Cristo Redentor decolando, como se fosse um foguete, com a manchete “O Brasil decola” — elogiando políticas econômicas da época. Mas em 2013, em uma imagem semelhante, o mesmo Cristo Redentor aparecia na capa como um foguete desgovernado e a manchete “O Brasil estragou tudo?”. Naquela edição, a revista criticava uma mudança de rumo nas políticas econômicas.

A publicação afirma que o Brasil já enfrentava uma “década de desastres” antes mesmo da chega do presidente ao poder, mas que agora o país está retrocedendo — com Bolsonaro e com a pandemia de covid-19.

“Antes da pandemia, o Brasil sofria de uma década de problemas políticos e econômicos. Com Bolsonaro como médico, o Brasil agora está em coma.”

A Economist argumenta que Bolsonaro não deu um golpe de Estado — como alguns temiam que pudesse acontecer —, mas possui instintos autoritários que enfraqueceram as instituições democráticas brasileiras, com suas constantes agressões.

“Muitos especialistas disseram que as instituições brasileiras resistiriam a seus instintos autoritários. Até agora, eles provaram estar certos. Embora Bolsonaro diga que seria fácil realizar um golpe, ele não o fez. Mas, em um sentido mais amplo, os especialistas estavam errados. Seus primeiros 29 meses no cargo mostraram que as instituições do Brasil não são tão fortes quanto se pensava e se enfraqueceram sob suas agressões.”

A revista diz que Bolsonaro encerrou a investigação da Lava Jato após acusações feitas contra seus filhos — beneficiando “políticos corruptos e grupos criminosos organizados” —, não promoveu mais reformas significativas desde a reforma da Previdência de 2019 e causou danos à Floresta Amazônica, por se solidarizar com madeireiros, mineiros e fazendeiros que promovem o desmatamento.

“Ele levou uma motosserra para o Ministério do Meio Ambiente, cortando seu orçamento e forçando a saída de pessoal competente. A redução do desmatamento requer um policiamento mais firme e investimento em alternativas econômicas. Nenhum dos dois parece provável.”

Em outra reportagem, a revista afirma que depois de uma “geração de progresso”, a mobilidade social está desacelerando no país. Segundo a revista, anos de políticas voltadas para o controle da inflação e diminuição da pobreza foram seguidos por uma “década de políticas ruins e sorte pior ainda”.

A revista critica as gestões do PT por investirem pouco em infraestrutura, abandonarem reformas pró-negócios e por adotarem políticas semelhante à substituição de importação. Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, também são criticados.

Guedes se gabava de que seriam feitas reformas para simplificar o código tributário, reduzir o setor público e privatizar empresas estatais ineficientes. No entanto, o espírito reformista se mostrou fugaz. Bolsonaro não é muito liberal. Seu desgosto por reformas duras tornou fácil para o Congresso ignorar a agenda de Guedes.”

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