Cidades flutuantes são o futuro da humanidade?

Havia uma garoa fraca no ar quando eu saí para o amplo e branco cais que marca a divisa do Waterbuurt, o bairro flutuante de Amsterdã, na Holanda.

Apesar da ameaça de chuva, os moradores, que vivem em casas compactas de três andares boiando num pequeno lago na parte leste da capital holandesa, estavam ocupados aproveitando a tarde.

Uma mãe e sua filha balançavam varas de pescar da janela de sua cozinha, enquanto dois meninos pulavam na água, revezando-se em um balanço pendurado em uma ponte. Ao longo da cerca do cais, estavam bancos, bicicletas e churrascos, separados a cada dez metros por uma brilhante boia salva-vidas laranja.

Na minha visita a esta comunidade semiaquática única, fui guiado por Ton van Namen, cuja empresa, Monteflore, idealizou o projeto.

Mas, em vez de falar de forma entusiasmada sobre o sucesso desse empreendimento inovador, que agora conta com cem residências, Van Namen estava mais interessado em discutir a aparentemente infindável lista de problemas enfrentados durante sua criação.

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