Por que bolsa brasileira tem ‘perdido’ empresas para Wall Street

O Nubank apareceu em 2013 com a proposta de transformar em negócio a ideia de que muitos brasileiros sentiam que pagavam caro aos bancos tradicionais por serviços ruins.

Em 2014, o banco digital lançou um cartão de crédito sem anuidade, seu primeiro produto. A inscrição, por meio de um aplicativo, era feita pelo celular com a submissão da imagem de um documento e uma selfie do futuro cliente, aprovado após uma análise de crédito. Anos depois, vieram a conta corrente sem taxas e com TED gratuita, o programa de fidelidade, a conta PJ, produtos de seguro.

Foram bilhões em rodadas de investimento, com recursos de diferentes fontes – inclusive o fundo do superinvestidor Warren Buffett, o Berkshire Hathaway -, e, menos de um década depois da fundação, a empresa do tipo fintech conseguiu formar uma base de 40 milhões de clientes e expandir os serviços para países como México e Colômbia.

Neste ano, a Nubank chega à bolsa de valores, mas não a brasileira – a B3, que fica em São Paulo. Previsto para acontecer em algumas semanas, no início de dezembro, o IPO (sigla para Initial Public Offering, ou oferta pública inicial) vai acontecer em Wall Street, na New York Stock Exchange (NYSE).

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